Por vezes paro no tempo para ver qual o rumo que segues a seguir, nesse teu rumo errático que não consigo prever.
Por vezes paro no tempo a pensar que sinto algo que tu não estás a sentir de momento e que por isso o que tenho vontade de fazer é diferente do que tens vontade de fazer.
Por vezes penso que tenho ainda muito que te aprender, que não posso esperar pelo teu agir mas antes que provocar uma reacção.
Por vezes pergunto-me quando chegará de novo o momento em que esqueces de tudo e te abandonas nos meus braços sem pensar em mais nada.
Por vezes fico à espera que esse momento surja breve e tenho medo de nunca surgir.
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