Um novo Canto, após o abandono dos três blogues mais antigos. Um novo Canto para albergar os meus sons e as minhas palavras. Leve Pó das Estrelas ... Para descobrir algum dia.
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
sábado, 13 de setembro de 2014
Hoje o Dia
Hoje por estranho que pareça, o dia parece-me ter um pouco de lento. Porque espero que passe, para amanhã te ver. Para amanhã tocar as tuas mãos e beijar os teus lábios. Para amanhã sentir um pouco da tua pele quente nos meus dedos. Amo-te
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Não tenho mais dias
Não tenho mais dias
vazios ou azedos
porque tu estás
neles todos
sempre.
E assim desdobro
o universo
em momentos
de prazer.
E assim recobro
dos anos de escuridão
onde não sabia
que fazer.
Quando penso em Mulher
penso em ti
e vice versa
dois equivalentes
permanentes.
E o que sinto
não tem medida
e só um nome apenas,
palavra pequena
de muitos sentidos
sendo que para ti
é o maior deles.
vazios ou azedos
porque tu estás
neles todos
sempre.
E assim desdobro
o universo
em momentos
de prazer.
E assim recobro
dos anos de escuridão
onde não sabia
que fazer.
Quando penso em Mulher
penso em ti
e vice versa
dois equivalentes
permanentes.
E o que sinto
não tem medida
e só um nome apenas,
palavra pequena
de muitos sentidos
sendo que para ti
é o maior deles.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
O Teu Riso
Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas
não me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a flor de espiga que desfias,
a água que de súbito
jorra na tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
por vezes com os olhos
cansados de terem visto
a terra que não muda,
mas quando o teu riso entra
sobe ao céu à minha procura
e abre-me todas
as portas da vida.
Meu amor, na hora
mais obscura desfia
o teu riso, e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
Perto do mar no outono,
o teu riso deve erguer
a sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero o teu riso como
a flor que eu esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
curvas da ilha,
ri-te deste rapaz
desajeitado que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando os meus passos se forem,
quando os meus passos voltarem,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas o teu riso nunca
porque sem ele morreria.
Pablo Neruda, in "Poemas de Amor de Pablo Neruda"
tira-me o ar, mas
não me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a flor de espiga que desfias,
a água que de súbito
jorra na tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
por vezes com os olhos
cansados de terem visto
a terra que não muda,
mas quando o teu riso entra
sobe ao céu à minha procura
e abre-me todas
as portas da vida.
Meu amor, na hora
mais obscura desfia
o teu riso, e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
Perto do mar no outono,
o teu riso deve erguer
a sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero o teu riso como
a flor que eu esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
curvas da ilha,
ri-te deste rapaz
desajeitado que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando os meus passos se forem,
quando os meus passos voltarem,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas o teu riso nunca
porque sem ele morreria.
Pablo Neruda, in "Poemas de Amor de Pablo Neruda"
domingo, 7 de setembro de 2014
Scorpions - tradução - when you came into my life - quando você entrou e...
Há muito tempo que procuro canções para te dizer o quanto te amo, à espera do que pensaria ser o momento certo para te o dizer. Esta é uma delas. Amo-te nas pequenas coisas e nas grandes, nos teus todos detalhes, em todo o teu espírito e corpo, de uma forma abrasadora como nunca senti antes. E tudo isso de uma forma madura, mesmo que
e por vezes incontrolável e irracional. Não lhe procuro o porquê, limito-me a sentir e a ser feliz.
e por vezes incontrolável e irracional. Não lhe procuro o porquê, limito-me a sentir e a ser feliz.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Pedro Barroso - "Menina dos olhos d´água"
Foi isto que ouvi, vezes sem conta, hoje de manhã, a pensar em ti...
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